VIOLÊNCIA CONTRA OS PROFESSORES. É PRECISO OUSAR PARA EXTIRPÁ-LA

Assisti à matéria produzida pela Secretaria de Comunicação do CPP (SECOM/CPP), na qual, fielmente, foram retratados os vários aspectos de um dos mais pertinentes assuntos da educação brasileira: a violência contra os professores.

Há tempos, eu disse que a escola virou terra de ninguém, com a banalização do império das drogas, do álcool e do pânico. É cada vez mais angustiante a realidade dos profissionais da educação que permanecem alvos de uma selvageria descabida em seu próprio trabalho.

É sabido que, contra os professores, a violência muitla física e psicologicamente. A exposição ao perigo, em seu próprio trabalho, sufoca, constrange, ameaça, insiste em aterrorizar. Muitos são os exemplos e fartos os detalhes de sua extrema crueldade.

O flagelo se multiplica país afora, impondo às vítimas um silêncio assustador por meio de covardes ameaças.

Marcados pela insegurança num país de grande desigualdade social, a autoridade do professor é destituída por vil covardia. Assistimos a violência se valer, muitas vezes, de sofisticação. Convivemos com a geração “multimídia online” – e com todas as vulnerabilidades e perigos que a internet e todos os avanços tecnológicos podem oferecer.

Chamo a sua atenção, também, para a carência dos educadores diante do desafiador tema como a segurança na internet e, em especial, as redes de relacionamento.

O fato é que a violência contra os professores é assunto para permanentes debates. É necessário que chamemos incessantemente a atenção do Ministério da Educação e das respectivas Secretarias de Educação para que ajam com ousadia, eliminando, com ações políticas, econômicas e sociais, as causas e consequências deste inqualificável mal.

É indiscutível a imediata necessidade em recuperarmos a saúde da escola, especialmente da escola pública, para poder qualificar a educação e, enfim, dignificar seus profissionais.

A violência contra os professores é um vexame nacional. Um mal que merece ser continuamente exposto e discutido para que medidas inibidoras sejam criadas a fim de que estudante brasileiro aprenda a valorizar e respeitar a quem os ensina, tornando-se, enfim, um cidadão consciente, voltado para o bem da sociedade em que vive.

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