DR. EVANDRO PELARIN E O ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

DR. EVANDRO PELARIN E O ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

Conhecemos o Dr. Evandro Pelarin por intermédio da internet, em uma mensagem atribuída a ele na qual falava da dor da família brasileira pelo assassinato da pequena Isabella Nardoni.

A leitura daquela mensagem nos fez perceber que estávamos diante de um homem da justiça; um brasileiro que exigia mais respeito às nossas crianças e à nossa sociedade em uma maneira geral. A partir de então passamos a acompanhar, ao longe, as atitudes do Dr. Evandro, juiz na bonita cidade de Fernandópolis. Ali, com atuação brilhante, porém polêmica, tem buscado alternativas viáveis, dentro da lei e da ordem, para minimizar os problemas que assustam nossos alunos, nossas escolas, nossos professores.

Quando ouvimos reclamações oriundas de todo o Estado sobre a questão da violência que impera em nossas escolas, sobre as agressões de alunos contra professores, de alunos contra seus próprios colegas, enfim, sempre em um crescendo assustador, nos deparamos com a notícia de que as crianças e adolescentes de Fernandópolis não podem ficar desacompanhadas pelas ruas da cidade após as 23 horas.

“O modo de atuação do Dr. Evandro merece respeito e admiração. Afastando os menores da situação de risco, conseguiu que houvesse uma grande redução do número de crianças e adolescentes envolvidos em atos infracionais, especialmente consumo e tráfico de drogas ilícitas. Livrando-os das companhias perniciosas, acaba salvando esses menores do crime, da futura e inexorável prisão, de uma vida perdida”, afirma o professor Silvio dos Santos Martins, 3o Vice-Presidente e Diretor Regional do CPP, em Tupã.

Com o sucesso de seu “toque de recolher”, o Dr. Pelarin institui agora o “toque escolar”, exigindo a permanência dos alunos na escola de modo a adimplir a exigência insculpida no artigo 53, inciso I, do Estatuto da Criança e Adolescente. Segundo o próprio juiz, a permanência na escola é fundamental para assegurar o direito à educação dos menores de 18 anos.

Enquanto tantas outras cidades de São Paulo e do Brasil enfrentam dificuldades com a educação de suas crianças, há que se enaltecer o trabalho desenvolvido em Fernandópolis pelo Dr. Evandro Pelarin e pelos demais operadores do direito daquela comunidade, que, sem medo de enfrentar os desafios, dificuldades e polêmicas, tem dado tranqüilidade aos professores, aos pais e alunos. Afinal, o desejo de todos não é outro senão a educação com segurança.

“A iniciativa tem e merece nosso apoio”, finalizou professor Silvio dos Santos.

SECOM/CPP

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