EDUCAÇÃO SEXUAL NAS ESCOLAS

Não adianta. Sexo é assunto da roda dos jovens. É mito pensar que os pais são contra falar de sexo nas escolas. Entretanto, o educador precisa perder o medo de abordar o assunto. E, mais que tudo, saber como falar.

Com a chegada da puberdade, as dúvidas começam a surgir entre os adolescentes. Falar sobre a sexualidade é um desafio tão grande que não se limita às paredes das casas dos jovens, mas também chega com força total nas escolas. Mas, será que o assunto é abordado de maneira eficaz dentro das instituições de ensino?

Diante de tanta inquietação, é necessário que os professores estejam preparados para discutir sobre o tema sem causar constrangimento. Sexo será um termo sempre polêmico, até que a escola se torne mais desenvolvida. A familiaridade com a escola, a despeito dos outros campos nos quais a sexualidade também propicia questões instigantes, provoca interrogações sobre as formas de abordagem da temática sexual. Portanto, é necessário que o professor esteja preparado para discutir o tema sem constrangimento.

“Eles acham tudo um bicho de sete cabeça – porque em casa tem vergonha de perguntar e, muitas vezes, os pais não dão abertura- procuro sempre explicar pelo lado da ciência”, diz a professora Laura Beagali.

Já para o professor Wagner Roberto , que leciona a disciplina de química, diz ficar encabulado quando surge alguma pergunta desta natureza por não ser especialista no assunto.

Educação sexual não significa apenas passar informações sobre sexo. Significa também o contato pessoa/pessoa, transmissão de valores, atitudes, comportamentos. Por todos esses motivos torna-se necessário que a escola tenha educadores preparados para esclarecer as dúvidas dos alunos. É importante que o professor aceite com naturalidade que as manifestações da sexualidade infantil são prazerosas e fazem parte do desenvolvimento saudável de todo ser humano. Dessa forma, o professor estará contribuindo para que o aluno reconheça suas necessidades e desejos, ao mesmo tempo em que aprende as normas de comportamento necessário para viver em sociedade.

Muitas vezes, esses jovens não têm liberdade para falar no assunto dentro de casa e procuram no professor um elo de confiança para esclarecer medos e dúvidas. Para isso, a especialista Maria Helena, do Instituto Kaplan, fala sobre como os professores devem estar atentos às dúvidas dos alunos e tornarem o diálogo o mais natural possível. “Na hora que estiver convicto de que sexo faz parte da vida e que não temos o que temer e sim nos preparar, o educador vai falar sobre sexo em sala de aula, com naturalidade e sem medo de que os pais dos alunos possam achar ruim e sem medo de que a direção da escola possa não gostar. Muito pelo contrário, ele vai fazer melhor o seu papel de educador”, complementa Maria Helena.

É necessário que os professores estejam preparados para discutir o tema sem constrangimento. Para educadores de escolas que gostariam de tratar do assunto de maneira mais profunda , o Instituto Kaplan oferece cursos, palestras e jogos interativos que facilitam o canal de comunicação entre o professor e o aluno.

Um dos jogos, O Vale Sonhar, inclusive, faz parte do currículo escolar da rede estadual utilizado no ensino médio,desde 2009 . O Vale Sonhar tem como objetivo a prevenção de gravidez na adolescência . O projeto é pioneiro na proposta de oficinas com jogos educativos voltados para a motivação de jovem e a prevenção de gravidez por meio da percepção do impacto de um filho no seu sonho profissional. A metodologia tem possibilitado aos alunos compartilhar seus sonhos profissionais e suas opiniões sobre a gravidez na adolescência. Além disso, permite que os educandos reconheçam uma situação de risco para a gravidez e se motivem a usar métodos contraceptivos, principalmente a camisinha, quando tiverem uma relação sexual. O Vale Sonhar promove a criação do conceito social – a adolescência não é o melhor momento para ter um filho.

Para educadores de escolas que gostariam de tratar do assunto de maneira mais profunda, o Instituto Kaplan oferece cursos, palestras e jogos interativos que facilitam o canal de informação entre o educador e o aluno. Ajudam a disseminar o conhecimento sobre o exercício dos direitos e da responsabilidade sexual, por meio da educação, visando a melhoria da qualidade de vida dos jovens.

Serviço:

Fundado em 29 de abril de 1991, por um grupo de especialistas em sexualidade, o Instituto Kaplan nasceu da necessidade encontrada na população carente da cidade de São Paulo, de tratamento terapêutico das dificuldades sexuais e d e educação em saúde e responsabilidade sexual. Uma associação de educação e assistência social, com vários projetos em São Paulo e outros estados brasileiros, produz um impacto positivo na saúde sexual de milhares de professores e alunos. Criou a possibilidade de capacitar educadores na área de sexualidade além de propiciar atendimento à população, conciliando ensino e prática profissional no atendimento das dificuldades individuais e coletivas ligadas à sexualidade.

Instituto Kaplan
www.kaplan.org.br
R. Indiana, 705 – Brooklin – São Paulo –SP
Tel: (11) 50925854 MSN: sosex@kaplan.org.br

Assista ao vídeo

SECOM-CPP

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