São Paulo valoriza o professor

Artigo de Paulo Renato Souza – é secretário de Educação de São Paulo – publicado no jornal Diário do Grande ABC- 26-04-2010 – pág.2.  Em São Paulo, a remuneração inicial do professor com nível superior, para 40 horas semanais, é de R$ 1.835. Esse valor é 80% superior ao piso nacional de salários fixado pelo governo do presidente Lula.

Além disso, na remuneração dos professores paulistas é preciso considerar a bonificação por resultados e a política de valorização pelo mérito do governo José Serra. Trata-se de muito dinheiro que vai para o bolso dos nossos educadores.

O Estado pagou, como bônus, neste ano, um total de R$ 591 milhões para 177 mil professores, segundo a evolução do Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação de São Paulo) de cada escola, que leva em conta a avaliação dos alunos e o fluxo escolar. O valor significa 11% da folha anual de salários pagos a 80% do pessoal ativo do quadro do Magistério. O bônus beneficia todos os integrantes da equipe escolar, incluindo os professores em início de carreira.

Em paralelo, a política de valorização pelo mérito acaba de proporcionar aumento de 25% a mais de 44 mil integrantes do quadro do Magistério. Esse avanço na carreira depende da assiduidade, do tempo de permanência na mesma escola e da nota obtida em exame de promoção. A cada ano e todos os anos daqui para frente 20% do Magistério serão promovidos.

E tem mais: a Assembleia Legislativa do Estado acaba de aprovar projeto de lei do governador de São Paulo que vai incorporar, à aposentadoria dos professores, a GAM (Gratificação de Atividade de Magistério), que hoje é paga apenas para o educador que está em efetivo exercício da profissão.

Todos os números da Educação paulista são superlativos e, por isso mesmo, refletem os grandes desafios que os nossos professores superam ano a ano para garantir ensino de qualidade a mais de 5 milhões de alunos da rede pública. No Ensino Fundamental, o Estado de São Paulo tem a mais alta proporção de matrícula pública, com 53% do total. No Ensino Médio, nossa taxa líquida de matrículas já beira os 70%.

Consciente de seu papel de liderança educacional no Brasil, o Estado de São Paulo vem desenvolvendo clara política de respeito e valorização de seu Magistério. E está colhendo excelentes resultados com ações de apoio voltadas ao trabalho do professor em sala de aula, ao estímulo a seu aperfeiçoamento e à retribuição justa pelo seu esforço e dedicação aos alunos.

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