O CPP pede intercessão do Colégio de Líderes para negociar com o governo

O Colégio de Líderes recebeu as entidades e sindicatos (CPP, Apeoesp, Apase, Apampesp e Udemo), nesta terça-feira (13/4), para discutir a pauta de reivindicações da categoria. Uma das questões prioritárias é a ação é a ação imediata de negociação entre o governo Alberto Goldman e os representantes do magistério.

“A Gratificação por Atividade do Magistério (GAM) deve ser paga integralmente, pois é um absurdo que o pagamento seja feito em três anos. A situação está insustentável. Por isso, viemos pedir o apoio do Colégio de Líderes paa que interceda em nosso favor, junto ao governador Alberto Goldman. O Centro do Professorado Paulista não aceita o parcelamento. O que queremos é pagamento integral”, declarou em seu discurso a professora Loretana Paolieri Pancera, primeira vice-presidente da entidade.

Os representantes dos professores propuseram que, na eventualidade do governador Alberto Goldman não receber as entidades, que ele, então, transfira a autonomia necessária a outros secretários como a da Educação, o da Gestão Pública e da Casa Civil, para que eles possam trazer para as entidades uma posição concreta a respeito da decisão do governo.

A próxima assembleia geral do magistério está marcada para o dia 7 de de maio – quando as lideranças levarão a posição do governo para ser discutida com a categoria.

Como havia prometido ontem (12/4) aos representantes do magistério, o deputado Barros Munhoz, ressaltou que fará tudo o que estiver ao seu alcance para abrir um canal de negociação entre a categoria e o governo paulista. “A votação da GAM foi adiada para semana que vem, para que pudéssemos entrar em um acordo favorável entre as partes. Iremos ao limite de nossas possibilidades para tentar o entendimento”, ressaltou o presidente da Alesp.

“Não é possível que o governo seja tão insensível a ponto de não reconhecer o absurdo da sua proposta de incorporação de uma gratificação de 15% em 3 anos. Isto não é mais uma questão econômico-financeira, mas sim uma questão de vontade política. E eu acredito que haja esta vontade política por parte do governo Goldman, em nos atender”, desabafou o presidente do CPP, professor José Maria.

SECOM/CPP

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