MAGISTÉRIO, GREVE POLÍTICA?

“As entidades são inimigas da Educação de São Paulo”.

A imprensa, formadora de opiniões, antes de publicar as matérias enviadas pelo governo, deveria arguir entidades e sindicatos, representantes dos profissionais da Educação, e conferir se a defasagem do salário do professor, desde a implantação do Plano de Carreira em 1998, até hoje, não atinge, realmente, 34% ? Ou se os aposentados do magistério recebem as inúmeras gratificações criadas desde o governo Covas até o Governo Serra? Ou ainda, se algum profissional do magistério paulista aceitou a Lei Complementar 1.097, “Valorização por Mérito”, como reajuste salarial anual, a qual só atende até 1/5 do quadro dos professores. Por quê os veículos de comunicação não fazem uma enquete para ver quantos jovens, com diploma universitário, quer ser professor da rede pública estadual?

A greve é política sim, pois quem nos levou à greve foi o próprio governo, com a sua insensibilidade e intransigência. E, por sermos amigos da Educação de São Paulo, e nos preocuparmos com o futuro de nossas crianças, é que lutamos pela dignidade do professor, para que se possa proporcionar, ao povo paulista, um ensino público de qualidade.

Professor deixe seu comentário. Professor Zé Maria

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