Secretaria reduz exigências para reajuste salarial

Jornal Folha de São Paulo- 6-01-2010- página C/7

Reportagem de Fábio Takahashi

A Secretaria Estadual da Educação decidiu tornar menos rígidas as exigências para os professores de São Paulo poderem pleitear um reajuste de 25%.

Projeto do governo José Serra (PSDB) prevê aumento para os professores que estiverem entre os 20% mais bem colocados numa prova, a ser aplicada em fevereiro. Para o primeiro exame, neste ano, foram abrandados critérios sobre faltas e permanência na mesma escola.

Pelas regras divulgadas, o educador deve ter ensinado por três anos na mesma escola e atingido certo número de pontos numa tabela de assiduidade, que equivale a 80% de dias trabalhados em quatro anos.

Essas exigências foram abrandadas para a primeira edição do programa. Quanto à permanência no mesmo colégio, o professor poderá ter cumprido o período em qualquer momento da carreira. Sobre a assiduidade, os pontos poderão ser obtidos considerando toda a carreira.

A partir da segunda seleção, todas as metas terão de ser obtidas nos anos anteriores à prova. “Como é um processo novo, fomos bem flexíveis”, diz o diretor do departamento de recursos humanos da pasta, Jorge Sagae.

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